A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul intensificou as ações de vigilância sanitária após a confirmação de um caso de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1) em aves silvestres na Reserva do Taim. O foco da doença foi identificado em 28 de fevereiro, na região sul do Rio Grande do Sul. Até o momento, foram identificados 20 cisnes-da-espécie Coscoroba Swan, conhecidos como cisne-coscoroba, e uma garça-moura infectados pelo vírus.
Nesta segunda-feira (9/3), equipes da secretaria capacitaram 51 agentes de endemias, saúde e controle epidemiológico no município de Santa Vitória do Palmar. A agenda também incluiu uma reunião com autoridades de Chuí para apresentar informações atualizadas sobre a situação sanitária e alinhar estratégias de prevenção e controle da doença.
O monitoramento do foco ocorre na Lagoa da Mangueira, com atuação integrada do Serviço Veterinário Oficial do Estado, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil. As equipes utilizam barcos e drones para acompanhar a situação das aves silvestres e coletar amostras para análise no Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de Campinas, unidade de referência da Organização Mundial de Saúde Animal.
A secretaria orienta que qualquer suspeita da doença em aves, como sinais respiratórios, sintomas neurológicos ou mortalidade elevada, seja comunicada imediatamente às inspetorias ou escritórios de defesa agropecuária, pelo sistema e-Sisbravet ou pelo WhatsApp (51) 98445-2033.

