Por João Marcos Graeff Bastos A aurora revelava as coisas novas E tudo estava transfigurado… Que noite fora aquela! Em volta do fogo criávamos, Com a mesma ingenuidade, E com a mesma maldade Com que criavam os monstruosos deuses ancestrais Solitários na imensidão incriada Cria-me! – diz o barro palpitante Cria-me! – diz a folha…
Criador Transfigurado

João Marcos Graeff Bastos / Crédito: Arquivo Pessoal