A Secretaria Municipal da Saúde de Imigrante anunciou mudanças no atendimento médico da rede pública em razão do aumento dos casos de doenças respiratórias. A medida busca otimizar os serviços de saúde e garantir maior agilidade aos pacientes que necessitam de atendimento imediato.
Com a reorganização, as consultas para quem procura atendimento sem agendamento passarão a ser destinadas exclusivamente aos casos classificados como urgência e emergência. Já atendimentos considerados eletivos, como pedidos de receitas, apresentação de exames e outras demandas de acompanhamento, deverão ser agendados previamente junto às unidades de saúde do município.
A secretária de Saúde e Assistência Social, Jóice Cristina Horst, chamou atenção para a elevada procura pelos serviços de atendimento nas últimas semanas. “Estamos com muitos casos. Não temos números específicos porque as infecções respiratórias englobam diferentes situações, como resfriados e gripes, e não apenas casos de influenza”, explica.
A secretária também demonstrou preocupação com a baixa adesão à campanha de vacinação. De acordo com ela, a cobertura vacinal dos grupos prioritários não alcançou 40% e o município segue com doses disponíveis para a população.
Outra mudança entrará em vigor a partir do mês de julho. Todas as receitas deixadas na recepção do Centro de Saúde para renovação passarão por um processo de triagem antes da emissão. Nos casos em que houver necessidade de avaliação médica, o paciente será orientado a agendar uma consulta para a emissão de uma nova prescrição.
A orientação é para que os moradores procurem os serviços de demanda espontânea apenas em situações que exijam atendimento imediato, contribuindo para a melhor organização do fluxo de pacientes e para a manutenção da qualidade dos serviços de saúde oferecidos à comunidade.
“A Secretaria Municipal de Saúde segue monitorando a situação e disponibilizando as vacinas nas unidades de saúde. “Contamos com a colaboração da comunidade para mantermos a proteção coletiva e evitarmos complicações, especialmente neste período de maior circulação de vírus respiratórios”, conclui Jóice.
