Ícone do site Folha Popular

Doenças respiratórias mantêm pressão sobre o sistema de saúde

Crédito: Pexels

O boletim mais recente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) aponta que a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) segue em nível de alerta, risco ou alto risco na maior parte dos estados brasileiros. O Rio Grande do Sul está entre as seis unidades da federação com tendência de aumento, a longo prazo, nas hospitalizações causadas pela doença.

Segundo a Fiocruz, o crescimento dos casos também é observado em Santa Catarina, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Roraima. A alta está relacionada principalmente ao Vírus Sincicial Respiratório (VSR) e, em algumas regiões, também aos vírus influenza A e B, responsáveis pela gripe.

Os dados analisados são da Semana Epidemiológica 25, entre 16 e 21 de junho.

No Brasil, o levantamento indica aumento dos casos de SRAG entre idosos, estabilidade entre crianças menores de 2 anos e redução nas demais faixas etárias entre 2 e 49 anos.

A Fiocruz recomenda a manutenção dos cuidados de prevenção. Entre as medidas estão manter a vacinação contra gripe e covid-19 em dia, especialmente para reduzir o risco de casos graves e mortes. A instituição também orienta o uso de máscaras em unidades de saúde, locais fechados e ambientes com maior concentração de pessoas.

Sair da versão mobile