Cada feminicídio interrompe uma vida e destrói muitas outras. Famílias carregam marcas permanentes. Amigos convivem com a dor. Filhos crescem sem mães. Comunidades tentam compreender o incompreensível. A morte de uma jovem de 21 anos em Lajeado reforça uma pergunta que insiste em permanecer sem resposta: até quando aceitaremos que mulheres sejam mortas por quem…
Até quando perderemos mulheres para a violência?
