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Cíntia Schmidt participa da 28ª Bienal Internacional do Livro

Cíntia Schmidt com o livro publicado / Crédito: Divulgação

A mentora de carreira e consultora de Desenvolvimento Humano e Organizacional, Cíntia Schmidt, participou da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo na sexta-feira (11/9). O convite surgiu a partir da sua participação na obra Quebrando os Limites: Mulheres Negras e o Poder de Avançar – Vol. 2, lançado em 2025. Esta publicação nasceu a partir da Aceleradora de Carreiras (17ª edição) do Comitê de Igualdade Racial do Grupo Mulheres do Brasil, fundado pela Heloisa Trajano. Cíntia participou do programa como mentorada na edição de 2022 e também como mentora na sequência. O livro conta com o prefácio de Grazi Mendes (Ela / Ella / She / Her) , introdução de Sauanne Bispo e a organização de Eliane Leite Alcantara Malteze e Elizabete Scheibmayr.

A participação na Bienal ocorreu das 13 às 15h, no estande da Universidade Zumbi dos Palmares. O momento possibilitou a cada autora conversar com leitores e falar da obra. “Entre os autores, tive a honra de estar junto da Maria Aline Saires, autora de literatura infantil, primeira brasileira a ter livro indicado para o Prêmio Name Las Vegas EUA”, destaca Cíntia.

Como apresentadora do programa Mais Elas e do podcast Pod+ Elas, e colunista da Folha Popular, Cíntia destaca que foi incrível viver esta experiência: “foi mais um sonho para viver acordada. Sempre digo que oportunidades são para serem vividas e sonhos realizados”.

Em sua escrita no livro, Cíntia fala sobre o poder da autorresponsabilidade, a importância de não terceirizar a carreira e não culpar os outros pelo nosso destino, aproveitando as oportunidades. “Nossa vida seguirá o rumo que definirmos e não o que os outros impuseram, porém, para isso é necessário coragem de arriscar, aceitar desafios e principalmente reconhecer seus pontos fortes e fracos”, enfatiza.

Como mulher negra, Cíntia também explica que as autoras têm se empenhado para que o livro chegue a muitas mãos e que cada história possa inspirar e motivar mais mulheres, fazendo valer toda ancestralidade. “Só estamos aqui porque outras trilharam caminhos dolorosos antes. Queremos deixar um legado de acesso e possibilidade para quem está chegando. Porque quando uma mulher negra avança, ela não avança sozinha. Ela inspira outras mulheres a acreditarem que também podem chegar lá”, explica.

Como única autora do Estado na obra, sem abrir mão da oportunidade na Bienal, Cíntia foi e voltou no mesmo dia, mas destaca que o investimento valeu cada momento. “Uma experiência única que vou guardar para sempre em um lugar muito especial”, finaliza. No retorno, ainda teve a alegria de entregar o livro para dois atores que estavam em viagem, Adriana Lessa (também esteve na Bienal) e o ator Marcelo Airoldi.

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