Festival de Música de Teutônia foi de todos e para todos

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A música é conhecida como a linguagem universal. Por meio dela, até mesmo aqueles que não falam o mesmo idioma conseguem se entender. Isso porque ela comunica com aquilo que é mais profundo: a emoção.

E é essa característica universal e democrática da música que, talvez, seja o principal diferencial do Festival de Música de Teutônia. Um festival que abraça e acolhe a todos: os músicos experientes, professores, alunos, os que ainda estão aprendendo, adultos, crianças, adolescentes. Os de perto, e também os de longe. E além de seus participantes, abre as portas também para a comunidade que pode se envolver e desfrutar do mundo da música.

E foi assim que, pela quinta vez, o Colégio Teutônia se encheu de vida e de sons durante a primeira semana de férias. De segunda-feira (18/7) até sexta-feira (22/7), o 5º Festival de Música promoveu aulas dos mais diferentes instrumentos musicais, oficinas de canto coral, improvisação e ensaios.

O evento contou professores renomados em suas áreas.

Durante as noites, a programação aberta ao público lotou, nos cinco dias, o auditório central do CT com diferentes apresentações musicais. Desde músicos e grupos convidados, até as apresentações dos cursos do Festival.

O grande encerramento foi na noite desta sexta-feira, com o tradicional e encantador concerto da Orquestra do Festival, reunindo todos os participantes, e também da Orquestra Acadêmica. Foi, mais uma vez, um monte de emoção.

O diretor do Colégio Teutônia, Jonas Rückert, avalia que o Festival é um marco para a cidade, para a cultura. “Para o desenvolvimento de diferentes habilidades técnicas mas, principalmente, para a formação cidadã”, complementa.

Ele avalia que o propósito para o qual o evento foi criado está sendo alcançado. “Fazer música e arte é bonito, mas sem propósito para pouco serve. Quando criamos o Festival em 2014, tínhamos essa clareza, de que muito mais do que fazer música, a educação tinha que e deve ser a temática central”, explica.

O diretor destaca o grande engajamento do grupo de professores e o grande interesse dos jovens com a música e as atividades coletivas. “E também com a entrega. Na noite que os jovens se apresentam é nítida a alegria estampa no rosto. Na possibilidade pela execução do instrumento, e pelos sorrisos e olhares atentos que se apresentam na plateia”, aponta.

Na opinião de Rückert, a empatia gerada entre os músicos e o público é altamente pedagógica. “Neste sentido vale dizer, o Festival de Música é uma marca da nossa cidade, reconhecida em vários lugares. E foi um grande festival, estamos muito felizes”, declara. Ele pondera ainda que muitos aspectos serão avaliados buscando melhorar ainda mais o Festival.

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