Exercício simulado de acidente mobiliza equipes de resgate de Lajeado e região

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Simulação envolveu vários órgãos de segurança e atendimento/Crédito da foto: Rafael Scheeren Grün/Divulgação

O Município de Lajeado realizou, no sábado (1º/07), um exercício simulado de acidente de trânsito com 33 feridos. A simulação foi realizada junto ao trevo de acesso ao Bairro Montanha, na Rua Donga Menezes, ao lado da BR 386, na altura do km 344 da rodovia.

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Membros do Corpo de Bombeiros de Lajeado, da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Secretaria de Segurança Pública de Lajeado (Sesp), agentes municipais de trânsito, da Secretaria de Saúde (Sesa), EGR, Hospital Bruno Born, Hospital Estrela, UPA de Lajeado, Polícia Civil, Brigada Militar, Corpo de Bombeiros Voluntários de Teutônia, alunos do Curso de Medicina da Univates, Lauet, ambulância de Santa Clara do Sul, Defesa Civil estadual e municipal, bem como resgatistas do SAMU, União Assistencial e SOS Unimed, participaram do evento que ocorreu das 8h às 11h.

A situação envolvia uma colisão frontal de um carro com três passageiros, sendo duas vítimas fatais e uma em estado crítico, com um ônibus com outras 30 vítimas, algumas em estado de choque e alteradas clamando por atendimento dos resgatistas. Bombeiros utilizaram, inclusive, desencarceradores para simular vítimas entre as ferragens. Escadas foram utilizadas para retirada de vítimas pelas janelas do ônibus. Hospitais e UPA simularam o recebimento dos feridos, enquanto ambulâncias foram utilizadas para o transporte. Paralelamente, agentes de trânsito e da PRF orientavam os motoristas nas vias municipais adjacentes e na rodovia federal. Não ocorreu paralisação da BR 386.

Bombeiros e socorristas simularam retirada de vítimas das ferragens/Crédito da foto: Rafael Scheeren Grün/Divulgação

Segundo o comandante do Corpo de Bombeiros de Lajeado, tenente Valdinei Rosa, o objetivo é traçar um plano de auxílio mútuo que funcione efetivamente em um acidente de trânsito real. Ele explica que, recentemente, vários acidentes envolvendo coletivos foram registrados no Brasil. Sendo esse um dos motivos que levou as entidades a estruturarem dessa forma o exercício simulado.

Observadores atuaram no local para registrar e analisar a dinâmica que se deu o trabalho das equipes de resgate para, posteriormente, elaborarem um relatório. A ideia é debater como corrigir as eventuais falhas detectadas. Conforme Rosa, o simulado também pode contribuir para melhor preparar as equipes na resposta frente a outras situações, como cheias, vendavais ou acidente com produtos químicos. Ele adianta que devem ocorrer mais exercícios com situações distintas envolvendo as mesmas equipes e entidades.

Retirada de vítimas do ônibus também foi uma das ações simuladas/Crédito da foto: Rafael Scheeren Grün/Divulgação
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