Univates recebe estudantes da Concordia University of Edmonton do Canadá

Após um período de intercâmbio de seis meses na Islândia, a estudante canadense Allison Cracuford decidiu conhecer o Brasil. Ela e mais seis acadêmicos da Concordia University of Edmonton chegaram à Univates na manhã desta segunda-feira, dia 14. Desde o início do mês em solo brasileiro, o grupo de estudantes busca conhecimento prático em cursos ligados à área da saúde.

Após uma semana de atividades na Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), os estudantes irão permanecer por uma semana na região e após visitam a Universidade La Salle, de Canoas, onde ficam até o final do mês. “Na Islândia eu tive uma experiência muito boa, mas que ficou bastante restrita ao ambiente acadêmico. Eu quero conhecer novas pessoas, novas culturas. Por isso tive o interesse de vir para cá”, explica Allison.

A estudante comenta que é comum encontrar estudantes brasileiros na Universidade canadense e que a proximidade com eles despertou seu interesse pela cultura local. Após uma semana em solo brasileiro, Allison já se arrisca a falar sobre as primeiras impressões do país. “Lá o Brasil é visto como um país de terceiro mundo. É claro que, como acontece em qualquer lugar do mundo, dentro de um país existem diferenças entre uma região e outra. Mas estou surpresa com o que tenho visto aqui. A cultura e os costumes são bem parecidos. As marcas consumidas são similares. A região é bem desenvolvida e pode ser comparada ao Canadá”, avalia a estudante.

Durante a semana o grupo de estudantes realiza tour pelo campus e pela cidade de Lajeado, participa de aulas de português, irá acompanhar os projetos de extensão da Universidade, atividades culturais e também um workshop de churrasco. “Aqui nossos alunos da área da saúde aprendem diretamente com as pessoas e lá eles estão  acostumados a trabalhar com bonecos. Então será uma experiência nova e bastante proveitosa para eles”, explica a diretora do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da Univates, Magali Grave.

Para Allison, as atividades devem abrir novas possibilidades de atuação. “Temos um sistema de ensino diferente. Então vou ter a oportunidade de ver coisas que eu não viria lá. Além disso, as atividades também estão relacionadas a alguns projetos de pesquisa que realizo na Universidade”, conclui.

 

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