Os escritor, músico e bancário aposentado, Osmar Agostini, faleceu neste sábado (4/4), aos 88 anos de idade. Ele deixa a esposa, Glacy, os filhos, Marcelo e Agostinho (em memória), noras, netos e um bisneto.
Osmar Agostini nasceu em Canudos do Vale em 1937. Integrou a primeira turma de formandos no curso de Letras da Univates, em 1972. Foi músico, compositor, arranjador e maestro em corais de vários municípios da região.
Atuou por vários anos no Banco do Brasil em Lajeado , bem como em outras cidades do Rio Grande do Sul e em outros estados. Foi sócio-fundador da Academia Literária do Vale do Taquari (Alivat).
Osmar tem três livros publicados, além de artigos em diversos jornais e em antologias. Em 2001, publicou “Duas Taperas na Estrada Velha”, romance de 248 páginas. Em 2009, na 4ª Feira do Livro de Lajeado, lançou a obra “A Mulher Feia”, com 168 páginas – uma coletânea de 20 contos, 17 crônicas e uma poesia, escritos desde a época da faculdade.
O último, “Língua e Linguagem”, foi publicado em 2019 como uma espécie de gramática da língua portuguesa. Além destes três, ele tinha pelo menos mais três escritos e não publicados.
Agostini foi sepultado na tarde deste sábado no Cemitério Católico do Bairro Florestal, em Lajeado.

