Vértice-83 garante bons resultados na Copa América de Jiu-jitsu

Competição reuniu atletas de diferentes categorias e proporcionou pódios para os atletas da região.

A Academia Vértice-83, de Estrela, marcou presença na Copa América de Jiu-jitsu, etapa da Copa Prime realizada em Canoas. A equipe levou cinco atletas para a competição, divididos entre as categorias Kids, Juvenil e Adulto, e voltou para casa com quatro medalhas.

Entre os destaques esteve Diogo Madke, que terminou na 2ª colocação na Juvenil, faixa-branca, meio-pesado. Na base, Bernardo Menezes Steffens também conquistou a medalha de prata, na Sub-14, faixa-cinza e peso-galo da Infanto-Juvenil A.

Os terceiros lugares ficaram com Pedro Krumenauer Wendt, na Sub-12 da Infantil B – faixa-amarela + laranja, peso-pluma, e Vinicius Horn Klock, pela Sub-12, faixa-cinza, peso-pesado.

Já Gabriel Noll Madke representou a academia na Adulto, faixa-azul, peso-leve. Apesar de não ter conquistado medalha, também integrou a delegação estrelense na competição.

Para a professora Júlia Friedrich Thomé, o desempenho dos atletas deve ser analisado além do esperado. “Foi um campeonato excelente. Apesar de ninguém ter chegado ao 1º lugar, eles foram com toda a coragem e dedicação”, destaca.

De acordo com Júlia, os representantes da Vértice-83 tiveram competidores de alto nível pela frente, muitos deles acostumados a participar de competições com frequência. “Eles enfrentaram pessoas que são top ranking, que lutam todo fim de semana, e deram trabalho para essas pessoas. Não foi fácil ganhar deles. Isso nos deixa muito orgulhosos porque eles realmente deram o melhor”, afirma.

Dedicação

A professora também ressalta a postura dos atletas durante e depois das lutas. Para ela, o comportamento apresentado no evento foi tão importante quanto os resultados obtidos no tatame.

“Estamos orgulhosos por muitos fatores, resultados e, principalmente, dedicação durante a luta e do comportamento após o embate”, conta Júlia.

A competição também proporcionou a oportunidade de conhecer novos adversários e criar vínculos fora das disputas. Conforme ela, o clima após as lutas mostrou que o Jiu-jitsu não fica só na competição.

“Depois da luta, acabou a disputa. Na hora da premiação, eles conversaram e fizeram novos amigos. Foi muito legal, uma experiência especial”, relata.

Voltar aos treinos

A participação na Copa América deve deixar reflexos positivos na rotina da equipe. A experiência de competir em um evento de alto nível serviu como teste e também como incentivo para os próximos desafios.

“Eles vão voltar muito mais empolgados, porque viram que têm potencial, se testaram e estão muito felizes com eles mesmos”, diz.

A professora resume o sentimento da equipe com destaque justamente para a evolução pessoal dos atletas. “Eles terem orgulho de si é o que mais me deixa satisfeita. Então, foi uma experiência muito, mas muito boa”, completa ela.

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