Ato simbólico marca o Dia de Combate à exploração sexual de crianças e adolescentes em Garibaldi

Na manhã desta terça-feira (18/5), um ato simbólico marcou a Campanha Faça Bonito, no Dia de Combate à exploração sexual de crianças e adolescentes.

O objetivo da Campanha é chamar a atenção da sociedade na prevenção e enfrentamento à violência sexual.

Participaram da solenidade em frente ao Centro Administrativo, o prefeito Alex Carniel, vereadores Cintia Chesini e Laudi Palharini, secretária Municipal de Saúde, Clarisse Lagunaz e de Educação, Beatriz Arregui Sopelsa, chefe de Gabinete, Vera Furlanetto Vila, coordenadora do CREAS, Adriana Lazzarotto, Conselheiros Tutelares, servidores públicos e imprensa.

Na oportunidade, a coordenadora do CREAS, Adriana Lazzarotto falou da importância em manter uma campanha permanente de proteção e conscientização. “O serviço está disponível, estamos estruturados para atender esse público. Precisamos chamar a atenção da sociedade para este assunto”, enfatiza.

A conselheira tutelar, Flávia Bianchi ressaltou que o Conselho Tutelar é uma das portas de entrada para o atendimento de crianças e adolescentes, vítimas de abuso e exploração sexual. “Fazemos parte de uma grande rede capacitada para esse atendimento, mas precisamos do olhar sensível da sociedade para identificarmos essas situações e principalmente as informações chegarem até os núcleos familiares”.

“Sou pai de três crianças e não tem como não nos preocuparmos com essa situação, que infelizmente ocorre em diversos lares. Precisamos de fato combater essa realidade e contamos com o papel fundamental da imprensa. Gostaria de parabenizar os envolvidos nesse trabalho de combate e atendimento as crianças e adolescentes. O Poder Público é parceiro nessa luta, principalmente buscando com que os pequenos estejam em local seguro, como em sala de aula”, ressalta o Prefeito.

As flores amarelas, símbolo da Campanha por associar a fragilidade de uma flor com a de uma criança foram confeccionadas pelos alunos das Escolas Municipais Infantis.

A data foi instituída pela Lei Federal 9.970/00 com base no “Crime Araceli”, ocorrido em 18 de maio de 1973, em Vitória (ES). Na ocasião, a menina Araceli, de oito anos, foi raptada, drogada, violentada, morta e carbonizada por jovens de classe média da cidade, que nunca foram punidos. Desde 2000, as ações que marcam este dia visam mobilizar os diferentes setores da sociedade, governos e mídia sobre a urgência da proteção dos direitos de meninas e meninos.

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