Diretor da Lactalis do Brasil, Guilherme Portella é reeleito presidente do Sindilat

Segundo o executivo, uma das principais frentes de ação será a busca por mais competitividade para o setor lácteo gaúcho.

Em votação na tarde desta terça-feira (28/11), o diretor da Lactalis do Brasil, Guilherme Portella foi reconduzido à presidência do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat/RS) para o triênio 2024/2026. Atual presidente da entidade, ele foi aclamado em chapa única, que tem Alexandre Guerra, da Cooperativa Santa Clara, como 1º vice-presidente.

A nova diretoria ainda conta com Alexandre dos Santos (Deale) como 2º vice-presidente, com Caio Vianna (CCGL) como diretor-secretário, e Angelo Sartor (RAR) como diretor-tesoureiro. A eleição ocorreu durante a reunião mensal de associados na sede do Sindilat, em Porto Alegre.

Segundo Portella, uma das principais frentes de ação será a busca por mais competitividade para o setor lácteo gaúcho. “Nosso objetivo é manter uma defesa firme das indústrias e cooperativas de leite do Rio Grande do Sul em busca de melhores condições para o desenvolvimento da atividade. Precisamos trabalhar a cadeia de produção junto às entidades de produtores rurais e ao governo em ações que fomentem a produtividade, reduzam custos e aumentem o consumo interno”, disse.

“Dessa forma, em médio prazo, conseguiremos produzir um leite competitivo em escala mundial, aumentando nosso volume de vendas interestaduais e exportações, o que deverá ajudar no desenvolvimento de todo o Estado”, frisou, lembrando que a cadeia leiteira gera renda em 493 dos 497 municípios gaúchos.

Para o executivo, é essencial que se garanta condições de o setor produtivo manter-se produzindo em igualdade competitiva entre os estados da federação, mas que também ganhe força no mercado internacional, turbinando as exportações hoje ainda incipientes. “Só superaremos o impacto das importações se formos competitivos o suficiente para enfrentar os produtos que vem de fora”, indicou.

Amadurecimento

Portella acredita que o setor lácteo brasileiro tem muito a amadurecer. “Precisamos unir esforços e ganhar competitividade, mas, para isso, precisamos de ações concretas que transformem o esforço produtivo da cadeia em rentabilidade para as indústrias e para o campo”. Entre as ações práticas a serem implementadas na nova gestão está o aprofundamento de estudos científicos que comprovem que o leite é uma atividade de baixo impacto ambiental e capaz de fixar carbono no solo. “O leite gaúcho tem uma qualidade diferenciada e merece ser reconhecido tanto dentro do Rio Grande do Sul quanto no resto do Brasil e no mundo”, reforçou.

Mais Notícias

Tópicos Relacionados:

Publicações do Autor

Estrela oferece cursos gratuitos de qualificação profissional

O Município de Estrela ampliou as ações voltadas à qualificação profissional com a oferta de seis cursos gratuitos em diferentes áreas. Entre as capacitações...

UBS Cléto Johner tem mudanças no atendimento em Cruzeiro do Sul

A Secretaria Municipal da Saúde de Cruzeiro do Sul anunciou mudanças no atendimento da Unidade Básica de Saúde (UBS) Cléto Johner devido ao início...

Caminhão carregado com frangos sai da pista na ERS-423, em Marques de Souza

Um caminhão carregado com frangos saiu da pista na manhã desta segunda-feira (3/8), na ERS-423, em Marques de Souza. O acidente ocorreu por volta das...

Brigada Militar prende casal e apreende armas em Teutônia

A Brigada Militar prendeu um homem e uma mulher na noite deste domingo (2/8), no bairro Canabarro, em Teutônia. Durante a ação, os policiais apreenderam...