Sicredi Integração RS/MG doará R$ 600 mil para construção de nova sede da Slan

A obra está orçada em R$ 6 milhões, dos quais 10% serão custeados pela cooperativa

Duramente atingida pelas cheias do Rio Taquari, o Centro Lenira Maria Muller Klein iniciou recentemente uma luta pela construção de um novo prédio que agora conta com a ajuda da Sicredi Integração RS/MG. A unidade da Slan localizada no bairro Centro encontra-se em uma área alagável e a instituição planeja construir uma nova instalação longe da cota de enchente e que possa ampliar o trabalho já realizado. A obra está orçada em R$ 6 milhões, dos quais 10% serão custeados pela cooperativa.

A confirmação da doação de R$ 600 mil para o projeto Colorindo Sonhos ocorreu nesta quinta-feira (24/10) em encontro que contou com a participação do presidente da Sicredi Integração RS/MG, Adilson Metz, diretora executiva Graziela Reis Bogorni e assessor administrativo, Fábio Kremer. Representando a Slan estiveram o presidente Ricardo Specht, vice-presidente de Patrimônio Paulo Pretto e a coordenadora administrativa, Sandra Regina Pretto.

Segundo Metz, parte desse recurso é oriundo do Fundo Social da Sicredi Integração RS/MG e o restante foi arrecadado através da chave Pix da Fundação Sicredi. Para ele, a Slan é uma referência em acolhimento, alimentação, educação e carinho para uma grande quantidade de crianças e adolescentes e por isso a cooperativa fica feliz de poder direcionar os valores disponíveis à instituição. “É um motivo de orgulho para os mais de 94 mil associados da Sicredi que nós conseguimos cumprir com o propósito de juntos construirmos uma sociedade mais próspera”, aponta o presidente.

Metz ainda idealiza. “Que essa nossa doação possa contagiar outras empresas e entidades a participarem da construção dessa nova sede da Slan para valorizar ainda mais esse trabalho tão importante que os voluntários da diretoria, os profissionais e os professores fazem com muita dedicação”, destaca.

Sandra comenta que o projeto já recebeu outras doações e que o valor da Sicredi chega num momento muito importante, dada a urgência para o início das obras. De acordo com ela, além das perdas que a estrutura sofre a cada nova enchente, o maior prejuízo é o tempo que a entidade fica fechada, prejudicando os alunos e, consequentemente, seus familiares. “Não podemos ficar muito tempo parados. Precisamos atender as crianças”, afirma.

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