O Hospital Ouro Branco (HOB) recebeu a indicação de duas emendas parlamentares que devem ajudar a manter os atendimentos de saúde oferecidos à população. Ao todo, os recursos somam R$ 550 mil e serão utilizados no custeio dos serviços hospitalares e ambulatoriais.
Uma das emendas, no valor de R$ 300 mil, foi indicada pela deputada federal Denise Pessôa (PT) e tem como objetivo apoiar o custeio da atenção especializada em saúde. A entrega do ofício com a indicação do recurso foi realizada pela secretária de Mobilização da Coordenação Regional do Vale do Taquari, Rosely Schneider, e pelo secretário para Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Maneco Hassen, ao diretor executivo do hospital, Gilson Silveira, e à gerente assistencial, Taila Anschau. Também participaram do momento representantes do partido em Teutônia, assessores parlamentares e lideranças regionais.
A segunda emenda, de R$ 250 mil, foi indicada pela deputada federal Franciane Bayer (Republicanos). O valor também será destinado ao custeio dos serviços hospitalares e ambulatoriais, contribuindo para a manutenção das atividades da instituição.
Busca por recursos
Além da articulação para a destinação dessas emendas, representantes do hospital estiveram em Brasília ao longo da semana em busca de novos recursos. Participaram da agenda o diretor executivo, Gilson Silveira, a gerente assistencial, Taila Anschau, e a coordenadora de faturamento, Bárbara Kroth. A equipe realizou reuniões com parlamentares e suas assessorias, apresentando as principais necessidades do hospital e entregando ofícios com pedidos de apoio para a captação de recursos.
Nos encontros, também foram apresentados dados sobre os atendimentos realizados pelo hospital e sua importância para a região. Atualmente, cerca de 85% dos atendimentos do Hospital Ouro Branco são destinados a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).
Outro tema apresentado foi o projeto do Polo de Saúde, que prevê a ampliação e a qualificação da estrutura hospitalar no futuro. Mesmo assim, a principal prioridade destacada nas reuniões foi a busca por recursos para o custeio das atividades.
A agenda em Brasília incluiu ainda reuniões na Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, no Palácio do Planalto, e no Ministério da Saúde. Entre os assuntos discutidos esteve o aumento do Teto MAC, que define o limite de recursos federais destinados aos serviços hospitalares do SUS, além da possibilidade de investimentos para modernizar a estrutura do hospital e adquirir novos equipamentos.

