Alunos de Imigrante participam de palestras sobre Patrulha Maria da Penha e sexualidade

Na manhã de quarta-feira (22/6), alunos das Escolas Municipais de Ensino Fundamental (Emef) Santo Antônio e Arco-Íris tiveram palestra sobre a Patrulha Maria da Penha (PMP) e sexualidade. A conversa direcionada às alunas, ocorreu na Escola Estadual de Ensino Fundamental 25 de Maio e foi conduzida pela capitã Carmine Brescovit e pela oficial Tanelise Braatz, sobre a Lei Maria da Penha. Aos alunos, a conversa ocorreu na Emef Santo Antônio, sendo conduzida pelas enfermeiras Aline Olbermann e Raquel Curi sobre questões que envolvem a sexualidade.

Carmine, que é coordenadora da PMP, e Tanelise abordaram a violência doméstica. As oficiais explicaram as ações sociais da Brigada Militar, tipos de violência e como as meninas podem evitar o risco de sofrerem alguma violência.

“A Patrulha Maria da Penha realiza o acompanhamento das vítimas de violência doméstica e familiar com medida protetiva de urgência, deferida pelo Poder Judiciário, através de visitas periódicas em suas residências ou outro local que ela indique”, explica Carmine.

Raquel considera importante levar temas como sexualidade para a sala de aula. “Como enfermeira penso a importância que é levar saúde para dentro da escola, debater temas como sexo seguro e doenças sexualmente transmissíveis. Isso é fundamental para que possamos levar conhecimento e educar as crianças para que se desenvolvam em um ambiente seguro e protegido. É preciso diferenciar sexualidade de sexo e quebrar tabus na hora de conversar com as crianças e adolescentes”, enfatiza a enfermeira.

Patrulha Maria da Penha completa 10 anos

A Patrulha Maria da Penha, da Brigada Militar, principal política de proteção à mulher vítima de violência de gênero, completa 10 anos. Criada em 2012 com o intuito de promover proteção a milhares de mulheres vítimas de violência doméstica e familiar, a PMP é referência no atendimento e acolhimento às vítimas.

A Brigada Militar está permanentemente aprimorando o serviço de atendimento à vítima, mas o crime de violência contra a mulher nem sempre é um crime possível de ser antecipado e prevenido pelas forças de segurança. Por isso todos devem ficar atentos e tentar perceber em um familiar, amigo ou vizinho uma situação de violência e ligar para um dos canais de denúncia da polícia.

lunos puderam fazer perguntas, tirando dúvidas sobre sexualidade / Crédito da foto: Carlos Eduardo Schneider / Divulgação

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