A dança da solidão nas palavras

De quando em quando, uso palavras abandonadas no tempo, pois admiro essa resistência ao destino da memória vacilante. Algumas vagueiam neste conto de Curto & Grosso, meu livro à espera de uma editora. Expostas aqui e ali como fantasmas de lembranças ficcionais. Assim: “Era um macambúzio aflito pelo banzo ancestral dos desterrados da mãe África….

Este conteúdo é apenas para associados Grupo Popular – Conteúdo Total Anual e Grupo Popular – Conteúdo Total Mensal.
Cadastre-se
Já se associou? Acesse aqui

Mais Notícias

Tópicos Relacionados:

Publicações do Autor

CASA ANCORADA

Uma casa navegando sobre as águas turbulentas do rio Taquari marcou mais uma semana de condições meteorológicas sempre surpreendentes do agora encharcado Rio Grande...

Sabedoria popular

Os candidatos desincompatibilizam-se para concorrerem às eleições. É hora, portanto, de prestar atenção a esta crítica aguda do cancioneiro popular. Dei cimento, dei tijolo. Dei...

A Normandia de Victor Hugo

O romancista, poeta e ativista pelos direitos humanos francês, Victor-Marie Hugo, é um titã da literatura universal. Nasceu em 1802 e morreu em 1885...

Clube do Livro

As “folhas de rosto” dos livros publicados pelo Clube do Livro*, de São Paulo, não traziam informações sobre a obra – título, nome do...